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O conceito de coliving cresceu na mesma medida em que os espaços para moradia diminuíram. Inicialmente, a ideia de morar em prédio coliving pode parecer estranha para quem não compreende bem esse modelo. Afinal, trata-se de uma oferta imobiliária de um espaço menor com áreas comuns para convivência com outros moradores. Então, o que faz com que a oferta de morar em prédio coliving seja atrativa?

Neste artigo, você conhecerá mais sobre o que faz com que cada vez mais pessoas valorizem a experiência de coliving. Afinal, a reinvenção dos espaços atende os desejos de um perfil e estilo de vida único e emergente. Será que você se encaixa nesse perfil?

Qual é o perfil de pessoas que desejam morar em prédio coliving?

No mercado imobiliário, a proposta de morar em prédio coliving é uma tendência que ainda tem espaço para evoluir. No entanto, tudo isso tem um início. O conceito, como já vimos, parte de um ponto: a diminuição de espaços internos. Mas esse é apenas parte do motivo.

As construções de espaços pequenos, na verdade, trazem consigo algo muito maior: o tamanho, hoje, importa menos. Em um imóvel, busca-se cada vez mais uma ótima localização, modernidade, qualidade de vida e baixos custos.

Inicialmente, as residências compartilhadas no país se tornaram comuns entre o perfil jovem. Estudantes universitários reuniam-se em repúblicas para facilitar o pagamento do aluguel e demais despesas. O que fez com que o ato de morar em prédio coliving se transformasse em tendência é o aumento desse nicho e seus atrativos intrínsecos. Agora, famílias, adultos com carreira profissional estável e amigos dividem esses espaços tão comumente relacionados ao mundo dos universitários.

Assim, pode-se destacar um outro ponto em comum entre as pessoas que têm perfil para morar em prédio coliving: a busca pelo compartilhamento de experiências. Além do benefício financeiro, morar em um prédio coliving significa estabelecer laços comunitários que até então se limitavam a poucos vizinhos mais próximos.

O que se espera de alguém que deseja viver em coliving?

A divisão de tarefas e responsabilidade para cuidar de um espaço comunitário não é para todos. Pensando nisso, incorporadoras buscam modalidades de prédios coliving que atendam a diferentes necessidades e perfis.

Ao contrário do que se pensa, morar em prédio coliving não significa abdicar de seu espaço e individualidade. Esses empreendimentos são focados em oferecer dormitórios que garantam o conforto e a privacidade sem prejudicar os espaços comuns da residência, como cozinhas e salas.

Uma característica que é desejada para aqueles que querem investir no coliving é a jovialidade. E isso, como sabemos, não depende da idade. Famílias já formadas podem ter um perfil super jovem e se adaptar rapidamente ao coliving. Por ser uma experiência nova, empresas ainda estão determinando seus principais perfis. É possível encontrar relatos de perfis bem ecléticas em relação a esses moradores, mas todos têm em si o espírito jovem e a vontade de inovar.

Outro fator que pode atrair um perfil mais alinhado ao coliving é o aspecto profissional. Assim como em repúblicas, não é difícil encontrar moradores que dividem espaços por partilhar um objetivo em comum. Jogadores profissionais de e-sports, por exemplo, necessitam de uma gaming house, um lugar em comum para treinar, e a proposta de coliving se encaixa perfeitamente nisso. Executivos que residem em uma cidade e trabalham em outra também estão entre os moradores típicos desse tipo de empreendimento.

Ainda, ter uma boa comunicação é essencial. O coliving é um modelo de moradia que se beneficia quando todos contribuem para a coletividade. Estabelecer regras, fazer sua parte, respeitar espaços comuns, tudo isso é crucial para aproveitar ao máximo o local.

Uma nova forma de morar

A localização e a praticidade tendem a ter cada vez mais peso na decisão de aluguel ou compra de um imóvel. A geração que hoje é adulta enxerga a questão da moradia de uma forma nova, e práticas como home office contribuíram para isso. Morar em prédio coliving, muitas vezes, pode ser a resposta ideal para estruturar e desenvolver projetos de coworking.

Atualmente, o compartilhamento dos espaços públicos está alinhado a um perfil independente, profissionalmente já bem-sucedido ou buscando experiências diferenciadas. Trata-se de um público que enxerga com bons olhos questões de sustentabilidade e facilidade na mobilidade urbana.

Futuramente, morar em prédio coliving pode ir além de uma tendência. É possível que o senso comunitário atinja um novo patamar em relação a essa modalidade de moradia e essas relações se tornem comuns. No momento, é preciso que incorporadora e cliente estejam na mesma página: vale a pena procurar as opções de apresentação dos diferenciais desses empreendimentos para conferir se esse é seu perfil.

Você já considerou a ideia de morar em prédio coliving? Acha que esse modelo é vantajoso? Compartilhe sua experiência com a gente nos comentários, e para saber mais sobre os empreendimentos da Vitacon com esse perfil, visite nosso site ou entre em contato!

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