Fundos imobiliários ou imóveis físicos? Investir em imóveis em 2025?

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|21/03/2025
Fundos imobiliários ou imóveis físicos? Investir em imóveis em 2025?
Investimento Imobiliário

É comum ter dúvidas na hora de investir em imóveis, principalmente quando iniciamos um ano com taxa Selic alta e oscilação na inflação, indicadores que influenciam na perspectiva de rentabilidade. Nesse cenário, uma das principais questões que ronda a cabeça dos investidores é: onde investir em 2025 – Fundos Imobiliários (FIIs) ou imóveis físicos? 

Sabemos que ambos investimentos têm vantagens e desvantagens, e a escolha ideal depende do seu perfil de investidor, objetivos financeiros e horizonte de investimento.

Por isso, é importante explorar as diferenças, rentabilidade, custos e tendências para 2025. Neste artigo, vamos ajudar você a tomar a decisão mais estratégica. Confira!

 

Diferenças entre fundos imobiliários e imóveis físicos

O que são fundos imobiliários e como funcionam?

Vamos começar pelo começo! Um fundo imobiliário é uma espécie de “grupo” de investidores, ou seja, um investimento coletivo que reúne recursos para que sejam aplicados em conjunto no mercado imobiliário. 

Funciona da seguinte forma: o dinheiro deste grupo de investidores é usado na construção ou na aquisição de imóveis, como os comerciais, shoppings, galpões logísticos ou até títulos de dívida do setor (CRIs), que depois são locados ou arrendados. Os FIIs são negociados na bolsa de valores e os ganhos obtidos com essas operações são divididos entre os participantes mensalmente, na proporção em que cada um aplicou. É uma opção bastante atraente para quem busca renda passiva.

 

Como investir em imóveis físicos e obter retorno?

Investir em imóveis físicos exige um capital inicial e demanda a gestão de locatários, manutenção e reformas. É um investimento tradicional e seguro, por ser um ativo tangível, com potencial de valorização ao longo do tempo e a possibilidade de uso pessoal.

A localização é um fator crucial para o sucesso do investimento, com regiões próximas a centros empresariais, universidades ou áreas turísticas oferecendo maior demanda e valorização. Além disso, empreendimentos com gestão integrada, como os da <b>Vitacon</b>, facilitam a administração do imóvel, incluindo serviços de locação e manutenção.

 

Vantagens e desvantagens de cada tipo de investimento

Liquidez e acessibilidade dos FIIs vs. imóveis próprios

Os Fundos Imobiliários oferecem liquidez, acessibilidade (é possível investir com valores menores), diversificação e isenção de Imposto de Renda sobre os dividendos. Por outro lado, o investidor tem menor controle sobre os ativos, além da desvantagem das oscilações no valor das cotas e dependência da gestão profissional.

Já os imóveis físicos são um ativo tangível, com potencial de valorização e uso pessoal. Entretanto, como desvantagem, destacamos a necessidade de capital inicial elevado, custos com manutenção, gestão e menor liquidez.

 

Rentabilidade: qual investimento tem melhor retorno?

A rentabilidade varia conforme o tipo de investimento e as condições do mercado. Em 2025, os FIIs de papel têm se mostrado atrativos devido à Selic alta, que impulsiona os rendimentos dos títulos de dívida. 

Os imóveis físicos, por sua vez, podem oferecer ganhos significativos com a valorização do bem e aluguéis, especialmente em regiões de alta demanda. No entanto, é importante considerar os custos envolvidos, como taxas de administração nos FIIs e despesas com manutenção nos imóveis físicos.

 

Custos envolvidos em FIIs e imóveis físicos

  • FIIs: taxas de administração, custos de corretagem e eventuais taxas de performance.
  • Imóveis Físicos: IPTU, condomínio, manutenção, reformas e possíveis custos com corretagem na compra e venda.

 

Qual investimento escolher?

Perfil do investidor e objetivos financeiros

A escolha entre FIIs e imóveis físicos depende do seu perfil e objetivos. Se você busca liquidez, diversificação e renda passiva, os FIIs podem ser a melhor opção. Por outro lado, se prefere um ativo tangível com potencial de valorização e uso pessoal, investir em imóveis físicos é mais indicado.

 

Estratégias para combinar FIIs e imóveis físicos no portfólio

Uma estratégia interessante é combinar ambos os investimentos para diversificar riscos e maximizar retornos. Por exemplo, você pode alocar parte do seu capital em FIIs para garantir renda passiva e liquidez, e outra parte em imóveis físicos para aproveitar a valorização do bem e a possibilidade de uso pessoal.

 

Tendências para o mercado imobiliário e FIIs em 2025

Em um cenário de possível manutenção da Selic em alta, os fundos de papel têm vantagem, enquanto os fundos de tijolo, como os de galpões logísticos e lajes corporativas, podem se valorizar com o aumento da demanda.

No caso dos imóveis físicos, o crescimento do trabalho remoto e do turismo deve impulsionar a demanda por imóveis flexíveis, como studios e apartamentos compactos, especialmente em regiões estratégicas.

Não há uma resposta única para a pergunta “fundos imobiliários ou imóveis físicos?”. Tudo depende do seu perfil, objetivos e horizonte de investimento. Em 2025, ambas opções de investimento oferecem oportunidades interessantes, seja para quem busca renda passiva e liquidez (FIIs) ou para quem prefere ativos tangíveis com potencial de valorização (imóveis físicos). O ideal é avaliar suas necessidades e, se possível, diversificar seu portfólio para aproveitar o melhor dos dois mundos.

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