Os microapartamentos pelo mundo

Segundo dados do IBGE, 12,7% dos domicílios são ocupados por apenas uma pessoa. Com o aumento populacional e número de idosos crescendo, a tendência é que este percentual seja   cada vez maior.

Com este cenário, o Brasil começou a se inspirar nas tendências do exterior e trouxe o conceito dos microapartamentos: pequenos espaços que oferecem conforto e qualidade de vida de forma inteligente. Países como Nova Iorque, Japão e França são alguns que já adotaram este conceito em projetos inovadores e altamente procurados. Confira alguns deles.

Nova Iorque

O censo de Nova Iorque, realizado em 2010, aponta que 46,3% das pessoas moram sozinhas – sendo o grupo que mais cresce. Para oferecer moradias acessíveis a este público, no início de 2015 foi lançado o “My Micro NY”. São unidades de 24 a 33 m², mesmo o plano diretor da cidade autorizar apartamentos a partir de 37,16 m² (nesse caso o prefeito de Nova Iorque abriu uma exceção).

Japão

O Japão foi um dos primeiros a adotar o conceito de microapartamentos. Na década de 70 já existiam espaços que focavam no preço e na localização, oferecendo conforto para suprir as necessidades básicas, como descansar, dormir e comer. Os empreendimentos chegam a construir unidades de 7 m².

Brasil

No Brasil, a construtora pioneira na criação de microapartamentos é a Vitacon. Seu último lançamento é o Vita Bom Retiro – que traz apartamentos a partir de 14 m² e uma série de espaços compartilhados para oferecer conforto e comodidade aos moradores. O destaque do empreendimento é o Vita Visitas, uma unidade totalmente dedicada para os moradores acomodarem seus hóspedes, mediante o pagamento de um aluguel por um curto período de tempo.

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master
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