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Como a Vitacon reinventou o modelo de imóveis compactos para se adequar ao pós-pandemia

Imprensa • 22/07/2020 • min. Como a Vitacon reinventou o modelo de imóveis compactos para se adequar ao pós-pandemia

Publicado por 6minutos*

A Vitacon, incorporadora conhecida por lançar apartamentos minúsculos e cápsulas de dormir, precisou readequar o seu modelo de negócio para sobreviver ao mundo pós-pandemia. Não, os apartamentos não vão ficar maiores nem serão erguidos longe dos locais de trabalho e estudo das pessoas. O que vai mudar é a utilização das áreas comuns dos empreendimentos.

Alexandre Frankel, presidente da Vitacon, disse que os princípios que guiam a estratégia da empresa continuam os mesmos. “Os estudos mostram que os fatores de decisão das pessoas na hora de procurar um imóvel continuam sendo a comodidade e a proximidade dos serviços e do trabalho”, afirmou.

O que isso significa em termos de negócio? Que a Vitacon vai continuar apostando na localização dos imóveis. “A mobilidade continua sendo primordial por quem precisa de um imóvel, ainda mais em tempos de pandemia”, diz Frankel.

Então o que é que muda? As mudanças vão afetar as áreas comuns que hoje são compartilhadas, como coworking e academia, serão adaptadas às novas preocupações. “O coworking era uma grande sala aberta, vamos dividir em várias estações individuais de trabalho. A mesma coisa com a academia, serão divididas em estúdios individuais”, diz Frankel.

Segundo ele, não dá para saber ainda se essas adaptações serão duradouras ou não. “Ninguém sabe quanto tempo vai levar para surgir uma vacina ou se haverá novas ondas de epidemia. Por isso, as áreas serão adaptadas para evitar o contágio.”

Mas o imóvel compacto não perde apelo em um mundo de home office? Frankel afirma que esse tipo de modelo se mantém atrativo por vários motivos. “Nem todo mundo tem o privilégio de trabalhar de casa, tem gente que precisa exercer presencialmente seu trabalho. Para essas pessoas, estar perto do trabalho ou do colégio dos filhos é importante, porque significa menos tempo no transporte público. E tem o fator preço: todo mundo gostaria de morar em casas maiores? Sim, mas elas custam mais. Precisa caber no bolso.”

Frankel diz não acreditar em uma migração total para o trabalho remoto. “Existe um certo exagero de previsões. Não acredito que as pessoas ficarão 100% do tempo isoladas em casas de praia ou no campo. Acredito em equilíbrio: uma parte das pessoas poderá trabalhar mais de casa e outra parte precisará de soluções que eliminem distâncias.”

Não é uma tendência as empresas construírem sedes afastadas e maiores? O presidente da Vitacon faz uma crítica à XP Villa, nome da sede que será construída pela XP fora de São Paulo. “Você acha que os funcionários preferem ter uma sede suntuosa e distante da família? Pesquisas mostram que 87% preferem qualquer alternativa de sede que não seja distante.”

Como estão os negócios da Vitacon em meio à crise? Frankel diz que junho foi um mês excepcional. Tanto que a empresa vai lançar em julho dois projetos que tinham sido congelados durante o auge da pandemia: um no centro de São Paulo e outro na Faria Lima.

Segundo ele, além das pessoas que moram na periferia e querem ficar mais próximas dos grandes centros, a Vitacon está fazendo parcerias com empresas preocupadas com a moradia dos funcionários.

Texto: Fabiana Futema

Foto: Divulgação/ Vitacon

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