Cidade Colaborativa- Inovação na metrópole

Compartilhar é o novo possuir, diz o mantra da economia colaborativa. A espinha dorsal dessa megatendência mundial revela um traço marcante no comportamento da geração que começou a basear seus hábitos de consumo em alicerces mais sustentáveis, focados em relações interpessoais e no bem-estar coletivo.

Essa forma de pensar e, principalmente, de viver o consumo vai da hospedagem à culinária, passando por mobilidade e moradia. É o viajante que troca o hotel pelo estúdio de um artista plástico em Schoreditch, o novo bairro boêmio de Londres.

É o jantar com amigos que acontece na casa de um chef que oferece refeições em sua própria cozinha. Ou o escritório tradicional que se muda para um espaço coletivo, que reúne profissionais e empresas com perfis complementares.

O compartilhamento e a troca existem desde que o mundo é mundo. A diferença que é esse sistema ganhou escala global, impulsionado pela tecnologia.

Enquanto você lê este texto boa parte dos 3 bilhões de internautas do planeta estão interagindo. Muitos deles por meio de uns poucos cliques em seus smartphones. A economia compartilhada veio para ficar.

*Por Flavio Azevedo, sócio-diretor da GIG.

Trecho do guia “Cidades Colaborativas”. Clique aqui e faça o download gratuito.

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