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Será que investir em imóveis em SP é um bom negócio? Seja por morar da capital ou pelo interesse despertado por um mercado muito movimentado, São Paulo é muito bem-vista pelos investidores e reúne oportunidades de bons negócios.

Em uma área de mais de 1.500 km², São Paulo é a cidade mais populosa do Brasil, com mais de 12 milhões de habitantes. A grande extensão de seu tamanho e população trazem consigo um amplo mercado imobiliário – o que gera grandes oportunidades e vantagens para quem quer investir em imóveis em São Paulo.

Confira algumas informações sobre como o mercado imobiliário da cidade está crescendo e as vantagens de investir em imóveis em SP.

Por que investir em imóveis em SP é um bom negócio?
Para quem quer aplicar o seu dinheiro, investir em imóveis é uma ótima alternativa. A cidade apresenta oportunidades para todos os tipos de investidores, e o mercado oferece muitas vantagens para quem quer investir:

Diversidade de áreas e imóveis
São Paulo é uma cidade grande, tendo uma grande variedade de características e vantagens diferentes entre um bairro e outro – parecendo até mesmo várias cidades em uma só. Assim, quem quer investir em imóveis em SP tem liberdade na hora de escolher qual o melhor negócio para suas pretensões e perfil de investimento.

Grande potencial de valorização
Uma das maiores vantagens de investir em imóveis em SP é o seu potencial de valorização. A cidade é muito desenvolvida e tem bairros extremamente valorizados, que contam com a segurança de se manter desta forma – o que gera investimentos com a garantia de procura e retorno.

No entanto, com a saturação destes bairros, existem, também, outras áreas que estão em fase de valorização e crescimento. Para os investidores, essas regiões são grandes minas de ouro, pois o investimento em um imóvel com grande potencial de valorização significa, também, uma grande rentabilidade – e um negócio de muito sucesso.

A demanda por imóveis em São Paulo
Por ser uma capital, a cidade de São Paulo tem grande potencial de desenvolvimento, o que significa a contínua criação de novas demandas. Segundo relatório da Secovi-SP, a região metropolitana de São Paulo deve ter uma demanda de imóveis residenciais de 1,3 milhões de unidades até 2025 – sendo que a média do número de habitações construídas por ano na cidade gira em torno de 30 mil.

Dessa forma, a projeção demonstra que a relação entre demanda por imóveis e a oferta existente não atingirá o equilíbrio – criando condições para que a procura por imóveis para aquisição ou locação continuem movimentando o mercado.

A crise e a volta do crescimento do mercado imobiliário de São Paulo
Nos últimos anos, os proprietários e quem pretendia investir em imóveis em São Paulo viveram por um período de espanto. O mercado imobiliário de São Paulo passou por uma crise no período de 2014 a 2016 – passando de 34 mil unidades residenciais lançadas em 2014 para 23 mil no ano de 2015, e atingindo a marca de apenas 19,4 mil no período de 2016.

Neste mesmo tempo, a cidade registrou apenas 21,6 mil vendas de imóveis residenciais novos em 2014, contra as 34 mil unidades lançadas. Nos anos seguintes, a queda se repetiu: de 23 mil e 19,4 mil unidades lançadas nos anos de 2015 e 2016, foram vendidas apenas 20,1 mil e 16,2 mil, respectivamente.

Durante este período, muitos investidores ficaram preocupados com a possibilidade de que investir em imóveis em SP passasse a ser uma atividade menos lucrativa e rentável. Entretanto, esses números demonstram que, embora tenha havido diminuição no número de aquisições de imóveis, a maior queda foi na quantidade de empreendimentos lançados. O número de lançamentos diminuiu em 42% entre o ano de 2014 e 2016 – enquanto o de vendas diminuiu apenas 25%.

Além disso, em 2017, o mercado imobiliário de São Paulo registrou sua reação com o lançamento de 28,7 mil unidades residenciais e com a venda de 23,6 mil imóveis novos. Embora os valores registrados ainda estejam abaixo da média dos últimos 13 anos, a perspectiva é otimista: até junho deste ano, a cidade já havia registrado o lançamento de mais de 8 mil unidades habitacionais e a venda de mais de 12 mil. Analisando o período de 1 ano entre julho de 2017 e junho de 2018, foi registrado um aumento de 64,5% nas vendas em relação ao mesmo período do ano anterior.

Com esta análise, o VSO, percentual de venda sobre oferta, que indica a quantidade de vendas realizadas em relação ao número de imóveis disponíveis, tem apresentado resultados positivos. No ano de 2017, o percentual de VSO foi de 8,4% – o maior registrado desde 2014. Nos anos anteriores, foram registrados percentuais de 7,4, 5,7 e 5,1%, em 2014, 2015 e 2016, respectivamente.

Isso demonstra que, para quem quer investir em imóveis em SP, as notícias são boas: o mercado imobiliário é sólido, apesar da crise, e está se recuperando. O aumento no número de compras mostra que os investidores já estão aproveitando as melhores oportunidades de aquisição neste momento de expansão, e o mercado está aquecendo novamente.

A valorização dos imóveis em São Paulo
Desde 2017, o mercado imobiliário de São Paulo voltou a demonstrar estabilidade – o que pode ser notado pela valorização dos imóveis da cidade. Para quem quer investir em imóveis em SP, esse é um fator muito importante – afinal, para o investimento imobiliário, quanto maior a valorização da sua propriedade, mais bem-sucedido será o seu negócio.

O preço do m² em São Paulo tem apresentado apenas aumentos, atualmente ostentando a média de R$8.796,00 por m². Analisando sua progressão, no último ano, houve um aumento de 1,94% no valor do m², enquanto, em 2017, foi registrado um aumento de somente 1,14%. Apenas este ano, o aumento registrado já foi de 1,39% em relação a dezembro do ano passado.

Assim, os interessados em investir em imóveis em SP podem se animar: as perspectivas de que a cidade continue a valorizar são ótimas.

Como escolher as melhores áreas para investir em imóveis em SP?
Como regra geral, a qualidade dos serviços e instalações do bairro são as características mais impactantes para a sua valorização. Desta forma, os investidores devem procurar áreas que apresentam boa infraestrutura, facilidade de acesso ao transporte público, uma gama de opções de serviço e lazer, e pontos de interesse que gerem movimento de pessoas.

A construção de novos empreendimentos, centros comerciais e praças, por exemplo, são indicações de áreas que têm potencial de crescimento e imóveis em processo de valorização.

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