6 formas de praticar a economia colaborativa

A economia colaborativa é um conceito que vem crescendo, tanto nas residências quanto nas empresas. O que tem motivado a disseminação da ideia é que ela ajuda a reduzir os custos, diminui o impacto que é causado no meio ambiente e aumenta a conscientização da sociedade em relação ao consumo desordenado.

Quando empresas e pessoas começam a aplicar a economia colaborativa em suas rotinas, as relações humanas ficam mais próximas e os produtos se tornam mais úteis.

Um bom exemplo é um condomínio onde cada morador tem pelo menos um livro que já foi lido, não há porque ele continuar na estante sem uso, quando poderia ser compartilhado entre os vizinhos ou até em uma biblioteca comunitária para os condôminos.

Gostou da ideia e quer aplicar esse conceito nas comunidades em que você vive? Veja 6 formas de praticar a economia colaborativa. Confira!

O que é e como funciona a economia colaborativa?

A economia colaborativa é um modelo econômico baseado no colaborativismo. Nesse modelo, os indivíduos envolvidos no processo de produção e consumo tem um principal objetivo: dar vida a objetos que estão parados ou sem uso e evitar que outras pessoas comprem cada vez mais itens que não serão tão utilizados no dia a dia.

O modelo de economia colaborativa vai contra a crença de que devemos comprar tudo aquilo que precisamos, pois muitas vezes o objeto comprado será usado pouquíssimas vezes e acabará guardado ou encostado em algum canto da casa, ocupando espaço e juntando pó.

Alguns objetos bem específicos, como furadeira ou outras ferramentas não são usados em nossa rotina, apenas quando precisamos fazer alguma manutenção em casa. Então, cada casa não precisa ter uma. Em um condomínio com 5 andares, com dois apartamentos por andar, uma única furadeira poderia atender a todos os moradores.

Quais os benefícios da economia colaborativa?

Por ser um modelo que pode ser aplicado em diferentes cenários, os benefícios que a economia colaborativa oferece podem ser divididos em pessoais e profissionais. Em ambos os casos, não estamos falando dos benefícios que ela oferece para o indivíduo, mas sim para toda a comunidade. Os mesmos benefícios podem ser identificados nos dois ambientes.

Benefícios para os ambientes pessoais

  • Estimula a interação entre a comunidade
  • Reduz o consumo
  • Aumenta a vida útil dos produtos
  • Diminui o lixo

Benefícios para os ambientes profissionais

  • Melhora a reputação da empresa
  • Aumenta a rede de influência
  • Gera economia
  • Aumenta a vida útil dos insumos

Como inserir a economia colaborativa na minha comunidade

Escritório compartilhado – Coworking

Os coworkings são espaços de trabalho onde as pessoas podem utilizar salas para fazer reunião, mesas, computadores, internet etc. É ideal para pequenas empresas que ainda não conseguem arcar com um aluguel ou para profissionais autônomos.

O interessante desse modelo de office é que, além de economizar com a locação de uma sala particular, contratação de linha telefônica, internet, água, luz, o profissional tem contato com outras pessoas.

Pegue ou ofereça uma carona

Você sabia que no seu prédio pode ter alguém que trabalha na mesma região que você ou próximo dela? Pois é, na correria do dia a dia acabamos nem conhecendo os nossos vizinhos.

Uma forma de descobrir é perguntando ao zelador ou porteiro do prédio, você pode deixar um aviso na portaria, dizendo que se alguém tiver interesse em dividir o combustível, pode entrar em contato com você. Se você costuma ir trabalhar de carro pode deixar um aviso oferecendo a carona.

Outra forma de conseguir carona é baixando aplicativos, existem diversas opções.

Vá de bike

Quer uma forma mais econômica do que andar de bicicleta? Para quem mora perto do trabalho, em regiões com ciclovia e boa mobilidade esse meio de veículo é a melhor alternativa: econômico, sustentável e fácil de estacionar.

As bicicletas podem ser compartilhadas entre pessoas que moram no mesmo prédio ou em aplicativos. Por meio de um aplicativo, é possível encontrar os pontos de retirada e pagar uma taxa pela utilização.

Compre produtos usados

Ao invés de comprar um produto novo, que tal dar uma pesquisada em sites de usados ou ir em lojas e ver se tem o que você precisa? Muitas lojas, seja on-line ou física, oferecem opões em boas condições.

Outra forma é conversar com amigos, vizinhos e parentes e ver quem pode te emprestar. Além de pagar mais barato pelo item, você estará contribuindo com o meio ambiente, dando utilidade para um produto que poderia ir para o lixo.

Prefira os produtores pequenos

Comprarde pequenos produtores estimula a concorrência, estimula o aumento de opções do mercado, ajuda pessoas que estão empreendendo com pouco dinheiro e estimula o comércio local. Você também terá mais chances de comprar um produto feito com maior atenção, cuidado e carinho.

Empreendimentos compartilhados

O mercado imobiliário já percebeu a tendência da economia colaborativa e está trazendo esse conceito para seus imóveis. Além das áreas de lazer e lavanderias que já são compartilhadas em alguns empreendimentos, outros espaços como cozinhas, lounge, coworkings etc., estão sendo criados para promover a economia colaborativa entre os moradores dos imóveis.

Vitacon foi a primeira incorporadora brasileira a pensar em prédios inteligentes que proporcionam esse novo estilo de viver na cidade e a implementar a economia compartilhada em seus empreendimentos, com foco em atender cada idade ou fase da vida com serviços que promovam a qualidade de vida.

A incorporadora investiu em apartamentos de 14m² a mais de 100m², com vários serviços pay per useque podem ser administrados por aplicativo de celular que a própria Vitacon oferece para seus condôminos.

A Vitacon está em sintonia com tendências. Lançamos prédios no ‘Centro expandido’ de São Paulo, perto de estações de metrô ou corredores de ônibus e ciclofaixas, e baseamos todo o conceito na sharing economy. – Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon.

Em uma sociedade onde está aumentando o número de pessoas morando sozinhas e a população está cada vez mais preocupada com a sustentabilidade, a economia colaborativa não é só uma tendência, mas sim um conceito para o futuro.

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